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Atlético nega, mas saída de Ricardo Oliveira pode ser concretizada nos próximos dias

Atlético

O ciclo de Ricardo Oliveira na Cidade do Galo pode estar chegando ao fim, mesmo com contrato até dezembro de 2020. Após um ano e meio no alvinegro, o Pastor, que ainda não completou a sétima partida no Campeonato Brasileiro, pode deixar vaga a camisa 9. O São Paulo seria o destino. 

Nesta terça-feira (4), o jogador tirou de seu perfil no Instagram a foto com a camisa atleticana. A mudança, inclusive, despertou a atenção de torcedores e logo se espalhou pelas redes sociais.

A reportagem tentou contato com Rui Costa, diretor de futebol do Atlético, mas ele estava em reunião. Por meio da assessoria, porém, rechaçou que o jogador esteja deixando o clube.

Oldegard Netto, um dos empresário de Oliveira, disse não saber de propostas para o atacante de 39 anos, por estar fora do país. Contudo, questionado sobre o por que da mudança do cliente no Instagram, não soube responder. Ele, inclusive, pediu que fosse acionado o sócio, Augusto Castro, que não atendeu o telefonema.

Consultando uma outra fonte, que pediu para não ter o nome revelado, a reportagem apurou que as chances de saída existem e são grandes. Porém, o clube interessado terá que seduzir o Atlético, com quem o atleta tem contrato.
 

Altos e baixos

Como não chegou a participar de sete confrontos pelo time alvinegro no Brasileirão, poderá se transferir a outro clube na Série A – se completasse sete, isso não seria possível.
Oliveira colecionou números modestos defendendo as cores do clube. Ao todo, disputou 81 partidas, tendo obtido 39 vitórias, 19 empates e 23 derrotas; aproveitamento de 55,9%. Em oito partidas contra o Cruzeiro, foram três gols.

Com relação ao número de gols, a irregularidade também imperou. Foram 35 bolas na rede, o que significa uma média de 0,43 gol por jogo. Não que seja um rendimento ruim, mas poderia ter sido muito melhor, por aquilo que se esperava dele.

A temporada 2019, sobretudo, reservou seus piores momentos com a camisa preta e branca. Nos últimos sete embates sob o traje atleticano, não anotou um gol sequer. Trata-se do maior jejum de tentos do atacante, igualando a marca negativa do período entre outubro e novembro de 2018 – também de sete jogos consecutivos sem marcar.

Com 13 gols em 25 partidas neste ano – média de 0,52 por embate –, Oliveira viu o reserva Alerrandro brilhar mais do que ele. O jovem formado na base do Galo fez 11 gols em 16 partidas em 2019, ou seja, 0,68 gol a cada 90 minutos.

Durante protestos que aconteceram durante o ano, Ricardo Oliveira foi um dos principais alvos de cobrança vindos da Massa alvinegra.

Fonte

redação
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